terça-feira, 30 de junho de 2009

João Luís Rosa, Padre Jubilado dá o seu apoio ao amigo e conterrâneo Candidato do CDS/PP, João Pico

João Luís Rosa, natural do Souto, pároco no Pego e desde 1967 pároco nas paróquias de Souto, Fontes e extensão de Carvalhal, aceitou ser o candidato nº 10 na lista à Câmara de Abrantes, em sinal de apoio e admiração pela acção que João Pico, que ele muito bem conheceu durante os seus 37 anos de pároco no Souto - sempre praticou em prole do bem estar e do progresso da sua terra.

Com João Pico e com os candidatos apresentados, a Candidatura CDS/PP sempre foi, para ser levada a sério e até ao fim!

Foi de resto para isso, que o Dr. Paulo Portas veio ao Jantar de Apresentação da Candidatura CDS/PP, em 13 de Fevereiro deste ano.
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Não é propósito sério e que se recomende, que quem se apresentou candidato não militante, "porque acreditava nos valores do CDS", e outro candidato militante e dirigente da concelhia, pudessem a meio da candidatura rasgar os compromissos assumidos com os seus companheiros candidatos e sem dar satisfação, sequer, ao cabeça de lista do CDS/PP, que ainda por cima é o presidente da Concelhia de Abrantes do CDS/PP, tomassem a seu cargo e iniciativa pessoal, a decisão de irem ao escritório do candidato do PSD (como o próprio confirmou, provando que sabia que nessa delegação não iria estar o presidente da Concelhia CDS, pois sublinhou o pormenor que ao fim e ao cabo o desmascarou, ao dizer com ênfase, que "nunca se sentaria à mesma mesa com João Pico", logo sabia de antemão que este dirigente máximo do CDS iria estar fora da dita reunião...) para proporem "uma suposta coligação", à revelia de todos os outros candidatos do CDS/PP.
Essa postura, só prova falta de seriedade.
Só pessoas sem experiência de vida ou por outro motivo menos próprio, é que podem partir para uma negociação condenada ao insucesso e passível de vir a ser coberta de ridículo, como foi neste triste caso.
As coligações de que há notícia, sempre se fizeram antes de qualquer apresentação pública com candidatos próprios dos respectivos partidos.
Foi assim em Lisboa, onde só houve um candidato apresentado e anunciado. O mesmo sucedeu no Porto e em Rio Maior ou na Barquinha.
Nestes quatro concelhos, para não irmos a outros exemplos, nunca esteve o Dr. Paulo Portas antes, a confirmar os candidatos do CDS/PP, para depois deixar ao "arbítrio" de dois outros candidatos não mandatados a sorte da candidatura de outras dezenas de candidatos militantes e outros não militantes do CDS/PP.
Por aqui se vê, a "ingenuidade" desta tentativa que comprovou o descrédito e a falta de senso de quem a animou.
O CDS/PP é um partido sério e credível, que não pode andar à deriva. Nem podia nunca deixar "apeados" dezenas de candidatas e candidatos, que por todo o concelho se dispuseram em situações muito corajosas, a aceitarem a candidatura pelo CDS/PP. Nenhum candidato, em momento algum, veio dizer que preferia ser candidato de uma coligação com o PSD, quando alguns até estiveram antes mais próximos do PS. Até por este pormenor, se reforça ainda mais o repúdio por esta forma espúria de fazer coligações.
Como ficou provado na reunião de sábado na sala da Residencial Lírius, com candidatos municipais e das várias freguesias já anunciadas, ninguém mostrou apreço por esta proposta espúria. Bem pelo contrário, apoiaram definitivamente, a candidatura do CDS/PP com João Pico em cabeça de lista à Câmara, e seu número dois Abílio Pombinho que secretariou a reunião, com a Drª Matilde Lino Netto Pádua, cabeça de lista à Assembleia Municipal, com o nº 2, Dr. Jorge Tavares, ausente em férias, e nº 3, a jovem estudante de Direito, Solange Cruz.
Assim se vê a força do CDS/PP.
O tempo de andar a "entregar de bandeja" os candidatos para o PSD, não voltará mais a ABRANTES.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Paulo Portas e João Pico


A Candidatura começou aqui.

O futuro mora em Abrantes - com o CDS/PP, quer queiram, quer NÃO!

Apesar dos atropelos e das tentativas de denegrirem a candidatura Abrantes Popular, os candidatos das diversas listas à Câmara, Assembleia Municipal e Assembleias de Freguesia, no passado sábado, em reunião geral de trabalho, reiteraram e apoiaram as medidas julgadas necessárias de forma a por cobro às ditas manobras.
"Construa a sua própria casa na sua própria Freguesia"
O futuro mora em Abrantes - Com o CDS/PP, quer queiram, quer NÃO!!!

domingo, 28 de junho de 2009

Reunião de trabalho com candidatos do Abrantes Popular




Matilde Lino Netto, João Pico, Abílio Pombinho, (a secretariar os trabalhos), a Mandatária Natália Maggiolo Gouveia e Solange Cruz.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Maria Matilde Lino Netto de Pádua é a cabeça de lista à Assembleia Municipal pelo CDS/PP

NA ASSEMBLEIA MUNICIPAL PELO CDS/PP

Neta do Dr. Lino Netto, parlamentar da I República, cuja biografia irá ser apresentada em livro no próximo dia 5 de Outubro, destacou-se ainda como o grande impulsionador da construção da Igreja em Alvega e da famosa e importante Associação de Regantes de Alvega.
Filha do muito estimado médico, Dr. Manuel Pádua Ramos, que se fixou em Rio de Moinhos, onde a candidata nasceu e cresceu, seu pai percorria a cavalo, freguesias como Martinchel e Aldeia de Mato, onde visitava os seus doentes e dava as suas consultas em uma outra casa particular cedida para o efeito.
A Drª Maria Matilde Lino Netto de Pádua é licenciada em Economia e vice-presidente de uma Associação Humanitária das Irmãs Doroteias, para além de ser sócia gerente de uma empresa de Administração de Condomínios. É pois possuidora de um percurso que a liga familiarmente, aos actos mais nobres da vida e da cidadania exemplar que percorreu por Abrantes,onde estudou, e ainda de uma postura pessoal que muito nos honra com as suas qualidades e a com a sua humildade e bondade no trato pessoal.
É ainda amiga pessoal da nossa Mandatária D. Natália Maggiollo Gouveia.

Ninguém no CDS/PP está isento de cumprir e respeitar regras

O Sr. Eduardo Margarido deixou de ser o cabeça de lista à Assembleia Municipal de Abrantes pelo CDS/PP. Tendo sido convidado largos meses depois de anunciada a candidatura autónoma do CDS/PP, como independente, acabou por se deixar envolver por acções estranhas às directivas do CDS/PP, que culminaram numa reunião secreta, nocturna e ilegítima, no escritório do advogado candidato do PSD, sob o pretexto de promover uma coligação.
Com alguma ingenuidade e imaturidade política à mistura, por parte do Sr. Eduardo Margarido, a quem foi sempre dado um tratamento muito respeitoso no CDS/PP, verificou-se que da sua parte, nem sequer soube corresponder à amizade que lhe foi transmitida por todos os outros candidatos das listas CDS/PP, uma vez que essa sua iniciativa visava também eliminar ou descaracterizar as listas às juntas de freguesia, do CDS/PP, cujos componentes o respeitavam. Foi-lhe mesmo dado algum protagonismo, como ele nunca havia conhecido em sua vida e que ele, como decorre do sucedido, não soube estar à altura de o merecer.
Face ao atropelo que causou, e não se vislumbrando da sua parte qualquer arrependimento ou retratação pessoal, foi afastado da lista do CDS/PP. Ninguém está acima da lei ou das regras.
No CDS/PP de Abrantes, não se admitem atropelos desta ou de outra natureza. E as dezenas de candidatos que já se juntaram a nós têm que sentir que nesta concelhia há pessoas sérias e íntegras, que não os andam a levar ao engano ou ao logro, nem a manipulá-las.
Da parte do candidato do PSD, envolvido de corpo e alma, em todo este processo, só nos veio provar como a sua tão apregoada ética esconde uma desqualificada postura, ainda mais grave, por se tratar de um candidato à Câmara:
- Que é capaz de fazer na calada da noite e no seu escritório actos menos próprios de quem se candidata a governar um concelho.

Um pequeno e breve debate sobre o projecto do Museu Ibérico, ontem no Castelo em Abrantes

O primeiro interveniente no debate foi João Pico, candidato à Câmara pelo CDS/PP, que centrou a sua crítica no isolamento que aquela implantação infeliz vai criar ao Centro Histórico da cidade, deixando o Jardim da República esquecido e sem acesso ao estacionamento das traseiras de S. Domingos.
O arquitecto Carrilho da Graça percebeu que as críticas de João Pico tinham fundamento e que este não apreciava muito a obra do edifício da Comunicação Social em Benfica, da autoria do arquitecto, quando estabeleceu algum paralelismo entre ambas.
Os outros candidatos à Câmara já nem abriram a boca...
Sugeriu João Pico, que aquela implantação deveria estar mais para poente no sentido da velha garagem dos Claras / Rodoviária. Contudo, ao contrário de alguém que quis deturpar o sentido das palavras de João Pico, este não defendeu a construção no local da velha Garagem, mas tão somente uma "amarração" a esta garagem ou um braço ou raiz que o ligasse ao que já foi uma sala de visitas de Abrantes e porque a mesma está numa zona de serviços muito movimnentada: Finanças, Notário, Conservatória e Tribunal e Esplanada 1º de Maio.
Quanto à altura defendeu não se sentir chocado, porque a matriz fundacional de Abrantes está na altitude e só ali estávamos no Castelo, precisamente pela altitude do mesmo que fez perpetuar a vida da cidade. De resto, a altitude também foram marcas usadas nas Igrejas de S. João e S. Vicente e no Teatro de S. Pedro.
O corte de acessos e o isolamento do Jardim da República é que era marcante e preocupante. O próprio Arqº Castelo Branco, ao que se sabe da candidatura PSD, acabou por fazer uma referência elogiosa à posição do Sr. João Pico, nesse debate, concordando com a observação feita pelo candidato do CDS/PP, no que toca ao isolamento. Note-se que o candidato do PSD entrou mudo e saiu calado. Não sabe ver estas coisas?! ...
Quanto à intervenção do candidato Indepente / socialista, deu um tiro no pé. Acabou por se reconhecer como o "pai da ideia" juntamente com o Dr. Nelson de Carvalho. Aquele cordão umbilical, uma vez cortado, irá deixar o candidato sem mais nada para dizer...
Mas ao contrário do que quis dar a entender, não foi ele ou Nelson de Carvalho quem se sentiu na obrigação de surpreender os doadores com um projecto novo, em S. Domingos. Ao invés, foram os doadores João Estrada e a pintora Lucília Moita que exigiram só aceitarem como local condigno para expôrem as suas obras e peças, o próprio Convento de S. Domingos. O que mostra a fraqueza negocial de ambos os autarcas... Aqui está um dado que há que sublinhar.
Era bom que o candidato independente / socialista soubesse pugnar por nova atitude, que o libertasse da mentira do "consulado de Nelson de Carvalho"...
Abrantes merecia isso mesmo.
Quanto aos outros candidatos, estando presentes, nada disseram.
O Abrantes Popular soube estar na defesa de Abrantes...

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Incompetência paralisante na Ferraria. Quem sobe tem prioridade, mas com STOP e quem está no largo da Ferraria tem que gramar na espera?!

O nosso candidato na lista à Câmara Municipal, Paulo Bica, observou com oportunidade. Coisa que ninguém lá pelos Serviços Camarários ainda descobriu...

Mais incompetente, e neste caso mais cínico, do que o Director da ACES é o próprio Presidente Nelson de Carvalho

O Director do ACES (Centro de Saúde) colocou um aviso no Posto Médico de Vale das Mós, dando como alternativa à falta de médico, a possibilidade de os doentes se deslocarem ao Centro de Saúde em Abrantes.
Como havia uma distância a vencer de 20 km (e a suportar por quem não tinha meios para se deslocar nos dois dias da consulta semanal), qualquer presidente de Câmara minimamente competente e zeloso, sendo possuidor de viaturas municipais de transporte e superitendente dos Bombeiros Municipais e tendo ainda outros recursos de transporte, saberia contratar o transporte necessário e adequado para transportar de ida e volta ao Centro de Saúde, todos os doentes que, pelo menos, nesses dois dias da semana precisassem de consulta.
Mais: sabendo-se que a Junta de Freguesia está ao lado desse Posto Médico de Vale das Mós, aberta todos os dias até era fácil saber de véspera quais as necessidades de transporte nesses dias de consulta ou noutros que se viessem a estabelecer.
Ao invés, o presidente de Câmara Nelson de Carvalho arrastou consigo toda a unanimidade para coisa nenhuma. Desde logo, não compete ao presidente de Câmara "requerer" a demissão de um director clínico com quem de resto sempre pareceu entender-se, quando como este acabou por revelar, a Câmara Municipal não se prontificou a colaborar com mais nada. E neste caso de Vale de Mós, a solução até acabava por pertencer quase por inteiro à Câmara Municipal.
Bastava ao presidente ter disponibilizado uma viatura para o transporte dos doentes nestes últimos quatro meses. O presidente como sempre nada fez. E como agora se viu confrontado com o protesto dos 234 votos em "branco" e só 26 votos a darem a "vitória de Pirro" ao PS, nessa freguesia, tentou uma manobra de baixa política.
As pessoas é que contam,dizem. Só que o presidente de câmara e todo o executivo, nunca praticou o bem, nem deu mostras de possuir a sensibilidade necessária para resolver um problema bastante fácil de solucionar. Bastava um transporte e todos tinham tido a necessária assistência médica.
Tenha vergonha Sr. Presidente. Não brinque mais com os munícipes. Aquele comunicado é de baixo nível e envergonha a autarquia que o Sr. ainda administra, como se está a ver.
O ABRANTES POPULAR tem SOLUÇÕES.
Assim outros também as tivessem ou se preocupassem com elas. Paradoxalmente, o candidato sobrinho neto do médico do meu avô e que conheci muito bem, de apelido Santana Maia, falava em construir mais centros de saúde no centro histórico e nem suspeitou do que se passava por Vale das Mós, quando diz que falou com o Director do ACES.
Por aqui se vê que não basta ter escritório por Abrantes para se ter boas soluções.
João B. Pico

terça-feira, 23 de junho de 2009

A Fonte do Vale, na Carreira do Mato foi escolhida para centro da implantação nova ETAR

A nova etar depois de um autarca da junta a ter afastado do seu quintal na vertente voltada para a " bandeira azul" da praia da Aldeia de Mato, - sublinhe-se a bizarria desta opção, uns dias depois de se elogiar a pureza daquela água - logo se "mudou" para a vertente oposta que tem o inconveniente desse vale cair sobre a captação da Cabeça Gorda.
A etar a "alimentar" a captação que irá chegar a todo o concelho em 2014.
Assim vai o nosso "mau ambiente"...

Um vale verdejante que irá soçobrar pela fraca visão dos autarcas municipais...

A fonte do Vale que a Amimato há dois anos recuperou irá ser arrasada para lá se construir a ETAR
Este imponente e centenário choupo, que sempre resistiu aos fogos, irá agora ser abatido.
Quando tudo seria mais fácil uns 500 metros mais à frente num outro vale escondido da população, antes da entrada na povoação da Carreira de Mato.
E porque razão os esgotos não são bombados para sul da E.N. 358?!
Para sul da EN 358 evitava o inconveniente de contaminação das águas da própria captação municipal - a albufeira do Castelo de Bode que fica cerca de 1.500 metros abaixo desta projectada implantação nesse vale contíguo à Cabeça Gorda e Carreira de Mato. Tanto mais que a etar não é de grau três, quanto a purificação.
Estão a descarregar uma etar sobre as águas da captação que dão de beber a todo o concelho. Esse é um aspecto demasiado sério e grave, que o executivo PS não soube acautelar, nem se preocupou minimamente.

Afinal qual foi a comparticipação da autarquia para a contratação de serviços médicos?

O Director do Centro de Saúde actual ACES disse que não pedia a demissão. E deu a entender que ainda não obteve resposta quanto à comparticipação da autarquia para ajudar nas custas da contratação de uma empresa de serviços médicos.
Curiosamente, a autarquia nada disse sobre a sua vontade em comparticipar em coisa alguma. Só exigiu a demissão do Director, sabendo que o mandato de três anos teve início, já em 2009. Portanto, não ignora quanto custa ao governo essa demissão, a processar-se neste momento.
Começa-se a perceber que afinal os incompetentes são mais que muitos em toda esta história. Realmente pagar as estátuas das cidades imaginárias e os jardins das borboletas, para não irmos mais longe, sempre foi mais fácil, do que prevenir a saúde pública.
O executivo e a obra de Nelson de Carvalho, tão aplaudida pelos "independentes" não podia acabar pior...
ABRANTINOS, não há mal que sempre dure!

Comunicado da Câmara é um plágio grosseiro e fora de tempo à SOLUÇÃO CDS/PP aqui transcrita, há dois meses, em 17 de Abril

O Comunicado da Câmara Municipal de Abrantes publicado hoje no site da câmara, acabou por confirmar, embora tarde e a más horas, tudo quanto o Abrantes Popular já havia dito e observado, no que respeita à falta de empenho, de aptidão e incompetência do Director do Centro de Saúde para resolver o problema da falta de médicos.
Lamentavelmente, a demora na tomada de uma posição mais incisiva por parte da câmara, não iliba o executivo municipal de grosseira omissão e complacência pelo arrastar da situação. As medidas de intervenção já deviam estar implementadas há muitos anos e prontas a solucionarem estes casos, que se adivinhavam há muito tempo.
Este comunicado é mais uma peça gratuita, que visou apenas sacudir a água do capote e talvez mesmo, uma clara tentativa oportunista de preencher esse cargo com alguém mais próximo.
Vejamos parte desse comunicado.
"A Câmara Municipal de Abrantes entende o seguinte:
1) Não foram tomadas pelo Director Executivo quaisquer medidas tendentes a desenvolver novas soluções para a situação;
2) Não se verificou, por parte do Director Executivo, a necessária atitude de empenho, interesse e pro-actividade necessária para fazer face a esta situação;
3) Verificou-se, mesmo, uma atitude continuada de resignação e desinteresse incompatível com as responsabilidades de uma direcção efectiva e activa, capaz de encontrar e implementar vias de novas respostas que as populações merecem;
4) Verifica-se que estas «novas vias» para «novas resposta» existem, exigindo apenas empenho, capacidade de gestão e de realização.

Por exemplo:
4.1) Re-contratar médicos já aposentados através de empresas de prestações de serviços. (Precisamente a Solução adiantada pelo CDS em 17 de Abril na XIV PROPOSTA desta CANDIDATURA ABRANTES POPULAR)
5) (...)
6) Sabendo que o Director Executivo, ao assumir o cargo de direcção do Agrupamento de Centros de Saúde do Zêzere, para o exercício do qual, manifestamente, não tem a motivação, o empenho e o dinamismo necessários, deixou sem médico a população de Vale das Mós.
Assim:
A Câmara Municipal de Abrantes requer que:- O Director Executivo do Agrupamento de Centros de Saúde do Zêzere, Dr. Fernando Siborro, peça a sua demissão, retomando o seu posto de trabalho junto da comunidade e utentes de Vale das Mós e permitindo a nomeação de um novo Director com as características, as condições, a motivação e o empenho que a comunidade, os cidadãos e os utentes exigem e merecem.”
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O ABRANTES POPULAR pergunta:
Porquê só agora, esta tomada de posição da Câmara, onde se limita apenas a pedir a demissão e não adianta ela própria o necessário empenho na solução?!
- Será que já está a pensar que a solução se resume apenas a encontrar um médico ou gestor de saúde, para ocupar aquele cargo, que esteja mais próximo ou mais conotado com a Candidatura PS, à Câmara?!
NÂO ACEITAMOS este tapar o sol com a peneira!

Comunicado da Câmara (unanimidade c/ o PSD) a pedir a demissão do Dr. Fernando Siborro foi a SOLUÇÃO CDS/PP em 17 de Abril de 2009

A Câmara Municipal andou todos estes anos adormecida. Nunca se preocupou com o problema senão a partir das reuniões a que se viu "forçada" a fazer em 20 e 26 de Maio último, reconhecendo no comunicado de hoje, precisamente aquilo que o ABRANTES POPULAR já dissera em 17 de Abril deste ano.
Acordou tarde este executivo municipal, ao reconhecer agora, que afinal o Dr. Fernando Siborro não tem empenho em resolver o problema da falta de médicos.
Todavia, quando o Dr. Siborro alertou para a gravidade da situação em 28 de Outubro de 2008, a falta de médicos que iria tornar-se dramática no curto prazo, aos microfones da Rádio Tágide, no calor da discussão no decurso do programa em ditrecto "Muro do Barulho" vindo depois a arrepender-se de o ter revelado!, só o CDS/PP é que tomou uma posição de exigir que a Câmara indagasse junto desse Director de Saúde e procurasse uma RESPOSTA e SOLUÇÃO.
Infelizmente, a Câmara nada disse e fingiu ignorar o problema. Demorou oito meses até chegar a este comunicado, que é uma forma hipócrita de querer lavar as mãos, como se fosse Pôncio Pilatos.
Com efeito, a única reunião que a Câmara promoveu só se realizou em 20 de Maio de 2009, quando o devia ter feito logo no final de Outubro de 2008.
Porque demorou tantos meses?!
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Quando o Dr. Siborro (militante do PS) sucedeu ao ex-vereador PSD, Pedro Marques (que esteve no cargo entre Maio de 2004 e Maio de 2007), o PS de Abrantes e os seus "experts" em saúde pública Nelson Baltazar e Gomes Mor, nada disseram em desfavor dessa escolha. E pelos vistos, o Engº Baltazar que foi conduzido para o lugar de chefia no Hospital de Almada, apoiado num curriculum em saúde pública, precisamente na região de Abrantes - como revelava a nota do convite e aceitação do cargo em Almada - está agora a revelar-se um curriculum desastroso e que mostra como o deputado municipal e o executivo municipal também não tiveram empenho algum em criar soluções alternativas.
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De resto, o PS também nada fez, em apoio do ex-vereador do PSD, quando era mais fácil ao executivo municipal estabelecer parcerias e entendimentos com um dos seus vereadores (o ex-vereador PSD até era bastante colaborante com o executivo PS, nas votações em unanimidade).
O executivo municipal não pode agora querer livrar-se de graves responsabilidades, quando foi omisso e complacente em demasia com as incompetências do Dr. Siborro.
O Abrantes Popular não pode deixar de desmascarar mais esta tentativa de "atirar poeira para os olhos dos munícipes".
A Câmara, como em muitas outras áreas, foi muito negligente em matéria de saúde.

Os esgotos ao fundo da Rua da Ferrugenta mostram bem como se trabalha (MAL!) nos SMA de Abrantes

Isto é mesmo vontade de complicar e de estragar dinheiros públicos!
Repare-se que abaixo desta caixa está a ribeira que conduz à maior Etar da cidade, a etar da Fonte Quente, uns 200 ou 300 metros mais abaixo.
Então, mandava o bom senso, já para não falar nos parâmetros técnicos, que obrigavam a essa única solução: prolongar esses tubos ao lado do leito da ribeira até à dita etar, por queda natural.
Nunca fazer essa inversão de marcha com os riscos e os custos agravados. A menos que se quisesse gastar mais dinheiro em "bombas" e sistemas de bombagens?!
Será caso de pedir a intervenção do Ministério Público, diante desta solução anormal?!
Este poço ou caixa tem um tubo de 110 mm que traz os esgotos de dezenas de pessoas (numa secção escassa, que devia ser de 200 mm), para depois serem bombados no outro tubo para a rede no Largo de Alferrarede, nos momentos em que a "bomba" funcionar, se funcionar...
Isto é vontade de complicar! E com muita negligência à mistura...

A Rua da Ferrugenta vista do fundo, mostra quanto os alinhamentos só servem a alguns...

Este proprietário já está a seguir o alinhamento expectável, do recuo de 1,5 m. Então porque razão o novo muro no prédio contíguo, não foi construído nesse alinhamento também, quando o contrato já previa nesse orçamento com o empreiteiro a demolição do muro velho e a construção do muro novo?!
Alguém anda a brincar com coisas muito sérias...

As obras do PS na Rua da Ferrugenta, só provam quanto estes socialistas estão mesmo "enferrujados"!

Havendo já um acordo com os antigos proprietários para recuar este muro cerca de 1,5 m, que constava no próprio orçamento do empreiteiro, como se explica que esta rua da Ferrugenta, adjacente ao Largo de Alferrarede, não tenha tido um novo muro recuado?!
Tanto mais que o edifício foi doado à Igreja e é expectável que o mesmo venha a ser utilizado num projecto social, com mais utentes a circularem nessa rua.
Esta administração municipal continua a mostrar-se incapaz de arranjar uma pequena rua. PORQUÊ?!
Onde estão os técnicos municipais?! Quem é que tolhe os seus movimentos e impede que as obras tenham qualidade técnica?!
A Câmara ainda tem administração credível ou já está em auto-gestão?!

segunda-feira, 22 de junho de 2009

ALFERRAREDE afunda-se a olhos vistos.

Drenos e valas de águas pluviais introduzidos abusivamente na rede dos esgotos públicos numa Rua do Tapadão, contribuindo para a saturação da rede pública bem patente nos dias de chuva, com as tampas na EN2 e Av. Ant. Farinha Pereira a serem levantadas e inundando a via principal de águas das chuvas e com esgotos à mistura. Publiquem-se essas análises, uma vez recolhidas essas amostras pelo Laboratório Inter-Municipal, A. Logos.
Rede de Águas Pluviais separada da Rede dos Esgotos domésticos, é coisa desconhecida em Alferrarede!

Caixa aberta, a cheiros e entupimentos. Uma vergonha municipal!
Haverá responsável pelo Saneamento e pelo Ambiente?!

E não esquecendo a Barca do Pego sem esgotos, a má drenagem da Estação Elevatória de Alferrarede Velha e as valas perdidas no Olho de Boi e Cana Verde...

Casais de Revelhos nem se fala...

E já agora, quem é que cuida de Alferrarede e de nós outros?!

Hipocrisia política de Nelson de Carvalho face ao problema da falta de médicos em Abrantes, situação que já se sabia há muitos meses.

Desde Outubro de 2008, que se adivinhava o pior, quando o Director do então Centro de Saúde de Abrantes e concelhos limítrofes, fez uma breve e inigmática referência ao caos que aí vinha, deixando mesmo pairar uma advertência séria a todos os candidatos às autarquias.
Dias depois, instado pelo Candidato do CDS/PP a explicar se a situação a que aludia teria a ver com a falta de médicos, face ao anúncio de algumas reformas dos médicos e enfermeiros em serviço nessa área, o Director de Saúde, nada mais disse, recusando-se a falar sobre o assunto. Chegoiu inclusivé, a admitir, que havia falado de mais e antes de tempo.
Causa portanto, alguma perplexidade, só agora termos ouvido o presidente da Câmara a fingir-se preocupado com a situação. Em Outubro nada disse. E o Director do Centro de Saúde nada mais fez.
Ainda há dias, o Director do Centro de Saúde, se prestou a uma manobra de diversão política, iludindo o inexperiente cabeça de lista do PSD, à câmara, ao levá-lo a aceitar como principal preocupação em matéria de saúde, no concelho, a necessidade da construção de um posto médico (Centro de Saúde), no Centro Histórico da cidade, nada fazendo transparecer sobre as soluções quanto às medidas capazes de colmatar a falta de médicos.
É lamentável, que o caso da falta de médico em Vale das Mós já tenha chegado ao deputado António Filipe da CDU, quando foi o processo da reforma mal preparada e feita de forma extemporânea de um conhecido médico, posteriormente indicado como cabeça de lista à Assembleia Municipal pela CDU, que esteve na origem desse problema.
Tivesse sido a reforma prevenida atempadamente, e hoje esse médico podia ter continuado a tempo parcial a dar consultas, como de resto o próprio médico e outros já terão admitido, como solução, ainda que provisória.
Em matéria de saúde, estão todos a querem chutar para canto. E causa alguma estranheza o silêncio desse outro "expert" em saúde, para a zona de Abrantes, que com base nesse imaginativo curriculum, acabou sendo convidado para assumir a chefia do Hospital de Almada.
Pelos vistos, esse silêncio (do deputado municipal Nelson Baltazar), sobre o problema e a falta de soluções para o caso, mais parecem desmentir o seu "valioso" curriculum. Inclusivé, causou alguma perplexidade, ao teimarem na sua nomeação para nº 2 à Assembleia Municipal, depois das absorventes funções em Almada.
Com "RESPONSÁVEIS" desta natureza, não iremos longe.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

A ETAR de Casais de Revelhos, como cartão de visita - logo à entrada - só se fosse numa terra do 3º Mundo!!!

Felizmente que a Candidatura Abrantes Popular, quer no Programa da Câmara, João Pico e Abílio Pombinho já estabeleceram essa prioridade com Adelino Venâncio e Paulo Grave, da lista à Junta de Freguesia, para eliminarem aquela ETAR, à entrada dos Casais de Revelhos, devendo os esgotos recolher noutra estação a sul da A-23.
Não é preciso ter nascido em Casais de Revelhos para se perceber quanto esta barbaridade bem podia ter sido evitada e há muito!
O ABRANTES POPULAR CUMPRE!

Silo da CIMPOR será mesmo o melhor emblema do TAGUS VALLEY e ajuda a ESTA em quê?!

A Urbanização dos Plátanos ao fundo e as ruínas dos casarões
do outro lado da estação. Até quando irá durar este regabofe no TECNOPOLO?!

CONSTRUA A SUA CASA PRÓPRIA, NA SUA PRÓPRIA FREGUESIA

in "Primeira Linha" - edição 18 Junho

Como é que pudemos passar estes últimos 14 anos (desde o PDM de 1/6/95), sem nos revoltarmos e pugnarmos pelos nossos legítimos direitos?
Como é que pudemos privar os nossos fregueses do mais ancestral dos direitos reservado a todo o ser humano, o direito a construir o seu próprio abrigo?
Como é que todos esses “indeferimentos” recolheram sempre a “chancela da unanimidade” dos partidos com assento na Câmara?
Nunca ouvimos, nestes últimos 14 anos um protesto sobre essa iniquidade, vinda de qualquer um dos candidatos à Câmara. E para que não surjam os oportunismos de última hora, é bom que isto seja dito.
Tanto mais que já houve quem se atrevesse a “exigir” um novo PUA, como se a especulação imobiliária na cidade, não fosse hoje uma situação insustentável para muitos abrantinos que tiveram que pagar mais pelo terreno da moradia, do que pela construção da mesma, coisa inédita, em todo o interior do país.
Esclareça-se, que só na zona do Estoril / Cascais ou em Vale de Lobo no Algarve, é que se encontram exemplos de terrenos mais caros do que a própria construção da casa em si. Pelos vistos, esta situação não incomoda os outros candidatos.
Talvez, que nem se tenham sequer apercebido, quanto prejuízo essa situação vem causando, principalmente, nos jovens moradores, que foram empurrados para as encostas da cidade e acabaram vítimas da especulação criada. Tão pouco perceberam, que o aumento desses preços na cidade criou um desequilíbrio tão grande, que nen vendendo as terras dos pais nas aldeias, (que ninguém quer comprar) arranjam dinheiro para o “sinal” do imóvel na cidade.
Não percebendo isso, também não perceberam a característica muito especial deste concelho onde por cada abrantino residente, há pelo menos dois outros que têm que trabalhar fora da sua terra. E que uns e outros, - todos nós - merecemos ter casa, por cá.
Como não perceberam, que mandava o bom senso, nestas circunstâncias, que o PDM começasse desde logo, por acautelar para esses dois terços de abrantinos ausentes, a possibilidade efectiva, de poderem construir nas suas freguesias de origem, nos seus próprios terrenos, a sua casa própria. Tanto mais que são possuidores de terras em Abrantes. São proprietários que pagam impostos. E pagariam muito mais, se fossem proprietários dos imóveis que já não puderam construir. Verbas sempre úteis, para a acção social.
Nas Fontes, 300 novas moradias (distribuídas pelas suas 15 povoações) teriam custeado com o IMT, o IMI e as licenças a conclusão do Centro de Dia, há 7 anos em arrastada construção.
Ora como nunca se ouviu essa defesa em prole de dois terços dos abrantinos, é certo e sabido, que não será agora, que poderíamos confiar a esses mesmos candidatos complacentes e indiferentes, o arrepiar de caminho. E não combatendo isto, que maior injustiça os faria lutar pela equidade?
Está em jogo, uma nova mentalidade. A Câmara Municipal não pode ser mais um local de castigo infligido por uns poucos, sobre tantos. Até porque isso acarreta as suspeitas (que eu ainda não irei hoje descrever aqui), de que há corrupção, compadrio e favorecimentos ilícitos. Eu sei do que falo. A Câmara tem que ser um local para ajudar os munícipes com toda a lealdade. A minha luta merece respeito. Apesar de alguns esgares nervosos, derivados do evidente desespero, de quem pactuou demasiado com esse sistema. E isto, também tinha que ser dito. Para que ninguém se deixe enganar pelos falsos profetas.
João Baptista Pico

quinta-feira, 18 de junho de 2009

PAULO PORTAS convidou RIBEIRO e CASTRO para cabeça de lista no PORTO.

O Abrantes Popular não podia deixar de manifestar a sua aprovação, por esta prova de maturidade política no CDS/PP, que ambos souberam protagonizar.

Contenção, responsabilidade e EXEMPLO, o ABRANTES POPULAR dá lições.






Fotos retiradas do site da CMA

Há muito que a candidatura Abrantes Popular vinha notando algumas arbitrariedades, desleixo e facilitismo que em nada abonam a quem diz que é exemplar nas suas acções.
Referimo-nos à colocação já em marcha da propaganda política de alguns partidos e movimento com vista às eleições autárquicas.
Da nossa parte, o que está já aplicado ao nível de placards e outudors em todo o concelho, merece o nosso mais vivo repúdio no modo como desordenadamente form colocados nomeadamente em lugares privados e sem a devida autorização, na via pública, em passeios, etc, provocando em muitos casos uma verdadeira destruição.
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Em tempo de crise, o CDS/PP determinou a maior contenção possível ao nível dos gastos com propaganda do género e outras a exemplo do que acontecera com as recentes eleições europeias.
O Abrantes Popular vai cumprir essa determinação. Mesmo que assim não fosse nunca incorreria na ilegalidade e na destruição.
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A Câmara Municipal de Abrantes, atenta ao assunto, tomou uma posição em sessão de câmara conforme comunicado abaixo que transcrevemos.
Antes, dizemos que estamos completamente de acordo com o conteúdo do mesmo.
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Retirado do site da CMA em http://www.cm-abrantes.pt/
"Propaganda Política em Espaços Públicos Esclarecimentos
A Constituição da República Portuguesa garante a liberdade de propaganda política e tal não está nem pode ser posto em causa. Todavia questiona-se a Câmara Municipal de Abrantes sobre:
1) Se, em nome dessa liberdade, é legalmente possível e admissível danificar infra-estruturas públicas como passeios e espaços pavimentados, arrancando e partindo o pavimento para fazer buracos para a instalação de suportes de propaganda política.
2) Se, mesmo sendo legalmente admissível, não deveriam as candidaturas que praticam estes actos ter o grau de responsabilidade e de consciência cívica necessários para não degradarem o espaço público e causar danos, às vezes irreparáveis, nos pavimentos por onde todos nós circulamos.
Assim, a Câmara Municipal de Abrantes aprovou em reunião de Câmara de 16 de Junho 2009 a seguinte deliberação: “Com o edital 4/2009, pretendeu-se chamar a atenção para o cuidado a salvaguardar na colocação de meios de propaganda política nos espaços públicos, não obstante a propaganda política pelos partidos políticos ser um direito constitucionalmente consagrado (artº 37º 1º, 113º nº 3 al) a), livre, não podendo o seu exercício, na medida em que decorre da libertação de expressão, ser condicionado, nem sujeito a autorização, parecer ou licenciamento por parte de qualquer entidade pública ou privada. Contudo verificam-se claros abusos e danos manifestados sobre algumas infra estruturas conforme se manifesta nas fotos anexas. Assim, sobre os danos causados nas infra estruturas públicas por partidos e entidades para colocação de propaganda política, não obstante e na sequência do edital nº 4/2009, preconizo que se delibere o seguinte:
a) A CMA deverá notificar os partidos e entidades responsáveis pelos danos, sendo, pelo facto, devida indemnização (cuja amplitude se está a apurar) ao município, enquanto titular dos imóveis de domínio público.
b) Deverá participar a situação à comissão nacional de eleições e indagar sobre o modo de se processar a remoção dos meios de propaganda ilegais, ponderados os interesses em presença.
c) Não obstante e porque há danos visíveis, se os partidos não indemnizarem os mesmos no prazo definido, deve a CMA solicitar ao Tribunal que condene a fazê-lo.”
Em anexo disponibilizamos as fotografias, com mais resolução, dos locais em questão."

Por cada abrantino residente, há dois abrantinos a trabalharem e a viver fora

Nada mais resta fazer, se queremos repovoar o concelho, do que dar-lhes as necessárias e apelativas "ferramentas" para não se desprenderem de todo, do necessário comprometimento com o concelho. Tanto mais, que são eles, quem ainda detém o maior número de propriedades por todo o vasto concelho.
Quem ainda não entendeu isso, então não entendeu este vasto espaço por onde se espraiam as nossas dezanove freguesias.
«CONSTRUA A SUA CASA PRÓPRIA NA SUA PRÓPRIA FREGUESIA».
Será o primeiro passo a dar!

quarta-feira, 17 de junho de 2009

O FUTURO MORA EM ABRANTES

Muita Água, Muita Vida, Muito Verde!

A maior facilidade de se construir, quando bem ordenada, por quem sabe ter a visão de uma verdadeira perspectiva de futuro, - tendo em conta a natureza deste concelho onde por cada abrantino residente, há pelo menos, outros dois abrantinos a trabalharem fora - tem tudo para resultar em sucesso.
Mesmo se muitos desses abrantinos vierem inicialmente com o pretexto da segunda habitação, não deixa de ser um marco importante. Desde logo, porque há que estimular o crescimento dos habitantes nas freguesias e a aposta nos abrantinos que trabalham fora, é a forma mais forte de dar início a esse repovoamento. Depois, as receitas também não são de desprezar (IMT, IMI, taxas, mais-valias, licenças, ramais de ligação, materiais, animação do mercado, mais postos de trabalho, etc, etc...). Como primeiro embate de mudança, não se conhece outra situação de mais rápida aceitação e de maior significado social. O incremento e estímulo na fixação e na presença dos nossos, na nossa terra, gera outra dinâmica cuja força nos faz ter esperanças renascidas.
Basta ver como em concelhos vizinhos, nomeadamente, o trabalho da tristemente célebre "importação" de casais brasileiros. Estes não se adaptaram, e tudo fracassou.
Com os abrantinos, há sempre a certeza de que o seu comprometimento com a terra, está assegurado, à partida. Depois, há que esperar pelas mutações daí decorrentes. E não tarda que filhos ou netos se alinhem na fila de espera, no desejado regresso à terra.
E uma terra onde se aposte no futuro, tem o mesmo futuro assegurado, o que não deixa de ser muito reconfortante para os nossos jovens. E poderá desde logo dizer-se com segurança:
- O Futuro mora em Abrantes!
E isto diz tudo...

terça-feira, 16 de junho de 2009

CONSTRUA A SUA CASA PRÓPRIA, NA SUA PRÓPRIA FREGUESIA

Construa a sua casa própria, na sua própria freguesia.
Eis uma frase que resume a preocupação dos abrantinos

Como é que pudemos passar estes últimos 14 anos (desde o PDM de 1/6/95), sem nos revoltarmos e pugnarmos pelos nossos legítimos direitos?
Como é que pudemos privar os nossos fregueses do mais ancestral dos direitos reservado a todo o ser humano, o direito a construir o seu abrigo?
Como é que todos esses “indeferimentos” recolheram sempre a “chancela da unanimidade” dos partidos com assento na Câmara?
Nunca ouvimos, nestes últimos 14 anos um protesto sobre essa iniquidade, vinda de qualquer um dos candidatos à Câmara. E para que não surjam os oportunismos de última hora, é bom que isto seja dito.
Tanto mais que já houve quem se atrevesse a “exigir” um novo PUA, como se a especulação imobiliária na cidade, não fosse hoje uma situação insustentável para muitos abrantinos que tiveram que pagar mais pelo terreno da moradia, do que pela construção da mesma, coisa inédita, em todo o interior do país.
Esclareça-se, que só na zona do Estoril/ Cascais ou em Vale de Lobo no Algarve, é que se encontram exemplos de terrenos mais caros do que a própria casa em si. Pelos vistos, esta situação não incomoda os outros candidatos.
Mas é uma preocupação séria para muitos abrantinos.
Aqueles que foram forçados a "comprar" casa na cidade, engrossaram a "bolha inflaccionária". Pagaram a mais pela casa e não puderam escolher o local onde queriam viver. Facto, que não parece constituir motivo de orgulho para nenhuma autarquia.
O crescimento do número de habitantes, como se pretendia na cidade, não logrou atingir os seus objectivos. A queda acentuada na população residente nas freguesias teve um efeito demasiado negativo. A cidade ficou cercada pelo "deserto", com todas as consequências que daí advieram: terras abandonadas, casas degradadas, o espectro da desertificação em crescendo, a morte anunciada.
Em pouco tempo, a contaminação acabaria por ter os seus reflexos na própria cidade. E os preços inflaccionados também não ajudaram nada.
Ao mesmo tempo a "desertificação" nas freguesias deixava muitas terras de aptidão agrícola perdidas e invadidas pelos matos, o pasto das chamas que não tardaram a dominar o quotidiano estival.
A desolação foi uma constante. E a desvalorização das terras veio logo a seguir, vincando ainda mais o empobrecimento em geral das populações.
Neste quadro de desolação, a reanimação do turismo rural já não teve tempo e apoios suficientes para fazer desabrochar mil e umas iniciativas privadas, que noutro quadro teriam podido vingar.
Aquela ideia de que a terra estava condenada e a ideia generalizada de que qualquer construção era um alvo a abater pelos serviços camarários, deixou uma marca asfixiante na vivência local. A história de séculos de um modo de vida, onde se partia para fora, para arranjar o dinheiro para aplicar, no regresso, na construção de uma casa na terra terminou de forma abrupta.
Estes últimos 15 anos foram um erro colossal. Há que arrepiar caminho e fazer inverter a situação rapidamente, pese o correr da economia em contra ciclo desfavorável. Porque os abarntinos ausentes, são também detentores de mais terras no concelho. E a terra, e os terrenos são sempre um património importante e determinante, no comprometimento das pessoas com a terra.
Isto ainda não foi compreendido por ninguém.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Temos "CHEQUE" para os abrantinos: a construção garantida e autorizada. Não nos deixem ficar em "cheque".

Não nos deixem ficar em "cheque". Não ponha ABRANTES em "cheque". O CHEQUE CONSTRUTIVO A TODOS OS ABRANTINOS.
Os votos para quem tiver razão!
Os votos para quem quiser ter mais abrantinos em ABRANTES.
A Abstenção não é uma aposta SÉRIA.
O "protesto" de Vale das Mós, dos 234 votos em BRANCO, acabou derrotado "por 26 votos PS" dos "fura protesto", que agora se dizem vencedores!
Voto Branco e Abstenção é dar a vitória a 11 % dos eleitores que ainda votam PS... E nos querem continuar a subjugar com este socialismo dos últimos 15 anos, tão mal arquitectado, pelo grupo da "unanimidade".
UM GRANDE CONCELHO, tem que ter a grandeza suficiente para recolher todos os seus por igual.
Pense no "CHEQUE DE VOLUMETRIA CONSTRUTIVA".
Para si. Para os seus. Para TODOS!
SEM os compadrios que o ex-Provedor assinalou, mas não combateu suficientemente, durante os 8 anos remunerados no seu mandato.

XVI PROPOSTA - UM "CHEQUE DE VOLUMETRIA CONSTRUTIVA" para quem quiser construir casa própria.

A ruptura com as restrições do PDM que impedem os abrantinos de construírem as suas próprias casas, quando têm o terreno onde as mesmas cabiam implantadas.
O concelho de Abrantes vive uma desigualdade atroz, em matéria de autorizações construtivas. Mesmo numa remodelação, chega-se a demorar anos para esse licenciamento e há responsáveis que não se inibem de nos departamentos, chegarem ao ponto de declararem aos interessados, que com um "bom" projectista, os projectos licenciavam-se num mês, numa clara alusão ao compadrio institucionalizado. O ex-Provedor dos Munícipes numa entrevista também alude ao facto, tendo declarado, que terá ajudado a encaminhar alguns munícipes a seguirem pelos corredores mais indicados, cujo acesso, só tem estado acessível ao mais expeditos. Logo reconhece haver situações de favorecimento. Mas nada mais fez, senão elogiar o mandato e declarar lealdade ao presidente Nelson de Carvalho.
Para muitos abrantinos, só restam os terrenos caros, que custam o dobro do preço da própria construção, quando o normal era que o terreno nunca fosse além do terço ou de metade do valor da construção.
O concelho é grande, mas no interesse de uns poucos, foi encurtando.
Num concelho, onde por cada abrantino residente existem pelo menos outros dois abrantinos a trabalharem fora do concelho e desejosos de um dia regressarem à terra, torna-se uma condição indispensável para a cidadania e a sustentabilidade social e populacional, do próprio concelho, que a todos os abrantinos seja dada a possibilidade efectiva, de possuindo um terreno terem direito a nele construírem a sua casa de família.
Qualquer coisa do género: se tens um terreno com 7x20 metros= 140 m2, então poderás construir uma habitação até 140 m2 em dois pisos.
O Abrantes Popular, não quer mais abrantinos anos e anos à espera de uma licença de construção, só porque não conheceram o projectista mais habilidoso, como referem técnicos e autarcas e o ex-Provedor já admitiu haver corredores mais fáceis para uns do que para outros munícipes.
O Abrantes Popular pugna por uma Câmara fraterna, amiga dos munícipes, onde ninguém entre e saia desiludido e com as mãos a abanar, nem precise de subornar ninguém para usufruir do seu direito ao abrigo, para si e para os seus.

Tivemos RAZÃO, só nos falta ter Votos.

Tivemos razão, mas não tivemos votos.
Como vereador do PSD, não consegui fazer aprovar em sede de Concelhia do PSD, a proposta de "deslocalizar" o açude para a Ponte Açude e para uma mini-hídrica, - quando a partir de 2002, Durão Barroso era o 1º ministro.
Do PSD local nunca foi aprovada essa proposta, que teria dado outra dimensão à oposição.
Portanto, aqueles que sempre viveram na ilusão de que uma coligação PSD-CDS em Abrantes seria uma aposta triunfadora, esquecendo-se que tanto o PSD como o CDS, podem ter apoios contraditórios, por estas terras, que se auto anulam, perpetuando o poder do "bloco central".
O consulado de Humberto Lopes está aí para contraprova, em toda a linha de contradições que atravessou.
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Hoje, em relação às críticas do Aquapolis, vê-se melhor o erro, que eu fui o primeiro e único a detectá-lo, como está escrito no "Nova Aliança" e depois no "Correio Lisboa / Zêzere", em manchete. "Correio Lisboa / Zêzere" foi esse meu jornal, de que fui director e editor e que fui pagando do meu bolso.
A esse propósito, deixem-me falar dessa calúnia que anda por aí. O jornal que eu sustentei durante quase dois anos, custou-me centenas de contos, (cada edição custava 250 contos, o que dá a ideia das dificuldades...). Não obstante, alguns ainda persistiram em falar como se fossem assinantes e pagantes, que nunca o foram, para reivindicar o troco de dezenas de escudos, porque o jornal só teria chegado ao início do último trimestre do segundo ano de publicação. Por acaso nem se lembraram, que o número zero saiu em Novembro e Dezembro de 2002, e as assinaturas só contaram a partir de 2003.
Dois desses escribas, durante dois anos, nunca pagaram uma única assinatura, mas leram o jornal à borla. Eles e muitas centenas de pessoas, pois as edições eram de 3.000 exemplares e só 200 a 300 é que foram sendo assinantes. E com desfaçatez, eles que tanto escreveram mas nada pagaram, escreveram impropérios, para eu devolver o dinheiro aos assinantes, quando só houve um assinante, que instigado por outros, que se riram de sempre terem lido o jornal à borla, por esses cafés fora, mo exigiu e quando lhe adiantei 2 euros, envergonhado, não os quis receber...
As pessoas do Norte sabiam que era quase impossível triunfar com aquela edição, pois a crise já pairava no ar. Mas quem falou, não era do Norte. Eram colunistas no Primeira Linha, e não só.
Todavia, não vimos, nem antes, nem depois, quem ousasse publicar outra edição de um jornal local, pois até o "Boletim Paroquial Souto do Zêzere" do meu bom amigo, Padre João Luís Rosa, sucumbiu.
Mas as acusações surdas, andam por aí. E há sempre quem se esfregue nesse contentamento mórbido.
Repito: porque não apareceram outros editores de jornais por aí?!
E insisto: só porque foi o candidato do CDS/PP a apontar os erros e a insustentabilidade do açude, em tempo oportuno e antes da obra iniciada, é que hoje se faz um silêncio sepulcral, com receio de terem forçosamente, que o reconhecer?!
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NOTA FINAL: Quanto a ter editado um jornal focalizado para as freguesias do Norte do concelho, depois de ter passado pela CMA como vereador e sem nunca ter solicitado qualquer publicidade ou patrocínio, como outro editor de comunicação o fez, tendo a mulher como vereadora, só dignifica a minha imagem de cidadão amigo da terra e capaz de colaborar com ela sem qualquer ponta de interesse financeiro.
Bem se pode calar essas vozes da mesquinhez e da sua insídia, onde só devia haver reconhecimento pelo voluntarismo, de quem ousou lutar e defender a perpetuidade da sua terra.
Eu não me deixo atemorizar por essas vozes. Sei que ainda não tenho votos, mas sempre tive razão.
Ao invés há aqueles que receberam apenas 12 % dos votos dos eleitores do concelho e tudo destruíram à sua volta. É com esses que os eleitores se têm que acautelar e não se deixarem manipular.

Como é que acreditámos nestes "trapalhões", que agora Fogem das câmeras da SIC, como o diabo foge da Cruz?!

O video que ervergonha ABRANTES
http://www.sic.pt Notícias - Programa "Nós Por Cá" Video Armadilha no Tejo

Andámos todos estes anos a "comer gato por lebre" e quem em 2002 e 2003 podia ter "corrigido o tiro", quando João Pico foi a única voz, em sede da Concelhia PSD de Abrantes, a propor a "deslocalização" desse projecto para Tramagal / Rio de Moinhos, integrado na "Ponte Açude" , havia no PSD, quem não ousava ser capaz de ir contra a obra e ainda achava por bem investir (enterrar) mais dinheiro, nos museus da água, da ciência e até da floresta, acrescidos do museu metalúrgico do Rossio e até - pasme-se - com uma sucursal metalúrgica no Tramagal.
Antes e depois, tudo foi passando em "unanimidade", porque havia falta de coragem para gritar: o rei vai nu!
Tive razão, quando ao tempo mais ninguém ousou afrontar o todo poderoso líder da bancada municipal Nelson Baltazar, que se desfazia em elogios ao Aquapolis, secundando a propaganda das grandes oportunidades de negócio anunciadas num massacre absoluto, por Nelson de Carvalho.
Vejam o video. Atroz. Como a peça diz, gastaram-se 10 milhões de euros naquele açude (fora outros 10 milhões nas Barreiras e no Rossio, nas margens ribeirinhas, donde nunca se avista o dito açude - outra aberração!...), afinal para uma obra trapalhona, que desprezou a receita da energia hídrica ou o potencial de rega e irrigação.
Triste. Foi assim!

terça-feira, 9 de junho de 2009

Em Vale das Mós, apenas 26 votos no PS deram-lhe a vitória e a arrogância para denegrirem os 234 votos em BRANCO, em sinal de protesto.

Retirado do blogue do Partido Socialista de Abrantes, onde nada se aponta quanto aos 234 votos em "Branco".
«Num cenário fortemente marcado por motivações decorrentes da situação internacional e nacional, o Partido Socialista ganha, claramente, estas eleições em Abrantes.Ganha em percentagem, em maior número de votos e em maior número de freguesias. Este é um sinal claro da confiança que a comunidade local continua a depositar no Partido Socialista. É com confiança que encaramos os próximos actos eleitorais e particularmente as próximas Eleições Autárquicas.»
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NOTA:
- Os resultados na freguesia de Vale das Mós deram 26 votos ao PS, o partido mais votado, dentro dessas limitações fortemente penalizadoras. Mandava o pudor e a ética política, que o PS local respeitasse o sinal desse protesto expresso em 234 votos em BRANCO, e não embandeirasse em arco, na forma arrogante que exibiu.
UM ALERTA: Os 26 votos PS podem significar "traição" diante de uma votação de "protesto" tão maciça expressa nos 234 votos em "Branco", numa pequena freguesia, como é o caso de Vale das Mós.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

A unanimidade do PSD com o PS está provada na lista à Câmara: 6 professores!

Só há um engenheiro, que talvez (?!) por ser do Souto, e único do Norte do concelho, não logrou obter melhor posição do que o último lugar.
Na lista à Junta de Freguesia da Aldeia de Mato, está o ex-vereador do último mandato, não por ser oriundo dessa freguesia, mas talvez, por ser um especialista em atacar os proprietários dos pinhais ardidos em 2003 e 2005 no Norte, nomeadamente, os plantadores de eucaliptos, ao longo da E.N. 358, conforme consta das Actas da Câmara.
Grande entusiasta das ZIF`s (da Aldeia de Mato), talvez consiga agora melhores êxitos como autarca, e como liberalizador do PDM, já que para si próprio, logrou construir casa de férias, com piscina a menos de 150 metros da albufeira. É este o curriculum que se lhe conhece na freguesia.
A lista só apresenta duas senhoras, ambas professoras, pelo que não respeita a lei da paridade! A menos que a terceira acabe no apoio à candidata do PS, pois tem um nome muito parecido com alguém que já escreveu no blogue do PSD.
Registem-se estes aspectos.

As votações do CDS/PP iguais à média nacional em Souto, Fontes, S. João e Rio de Moinhos e acima da média em S. Vicente e Alferrarede

Apesar das severas restrições nos acessos aos orgãos de comunicação local e regional, em geral, pouco respeitadores do pluralismo informativo, o CDS/PP logrou atingir a percentagem da média nacional em quatro freguesias e suplantar essa média nas duas importantes freguesias urbanas: S. Vicente e Alferrarede!
Há ainda muita luta pela frente!
O Abrantes Popular saberá como vencer!

"Armadilha no Tejo" - o vídeo na sic.pt sobre a passagem dos peixes no açude

Não deixe de ver esse vídeo onde se põe a nu toda a obra vergonhosa, a que o responsável da Protecção Civil, na indisponibilidade do presidente da Câmara em estar presente - logo para a objectiva da SIC, caro autarca - teve que dizer um "isso não sei"...
Não sabia se os peixes subiam bem ou não?!
Conceição Lino, do programa "nós por cá", vai voltar ao debate amanhã, terça-feira, antes das 20 horas.
Pescadores desportivos, não são os "criminosos" que o BE denunciou no comunicado passado no jornal o Mirante.
Felizmente ainda há televisões sérias.
O Abrantes Popular está no caminho certo. Não verga, nem aceita lições de certos "professores" que andam por aí...

ASAE fechou instalações a vendedores e multou a própria Câmara, no Mercado Diário

Mercado Diário alvo de multas e interdições da ASAE, na penúltima e na última semana.

Câmara não deu explicações públicas.

VOLTAMOS aos desmentidos habituais da Câmara, como na denuncia do CDS/PP sobre o açude?

Esperemos que o BE não venha outra vez "copiar" o CDS/PP...

«Açude - Esclarecimentos (do comunicado da Câmara)
Na sequência de notícias publicadas em algumas edições da imprensa local, com base em comunicado da Concelhia do CDS/PP, sobre a escada de peixes no Açude Insuflável, referindo-se concretamente a “ocorrência de morte de peixes”, no local, “no Verão de 2008”, a Câmara de Abrantes esclarece:

1- O único registo existente de ocorrência de morte de peixes foi no dia 16 Agosto de 2007, às 09.32 horas;

2- Nesta data, ainda se estava a aferir o modo de funcionamento de todo o equipamento, comportas insufláveis, comportas fixas do caudal ecológico e comportas da escada de peixe;

3- Verificou-se uma súbita baixa do nível da água a montante, sem aviso prévio nessa noite, o que provocou o baixo nível de água na escada de peixe;

4- A comporta da escada de peixe a montante é de comando manual, estando sempre aberta;

5- A comporta a jusante (entrada da escada de peixe) funciona em sistema automático;

6- Não pode, por este facto, existir erro de manuseamento das comportas;

7- No local estiveram presentes 1 elemento da protecção civil municipal e os bombeiros municipais, conforme consta do relatório de intervenção, tendo sido retirados cerca de 50 kg de peixe morto;

8- A GNR esteve no local mas não efectuou qualquer relatório de ocorrência;

9- Os bombeiros possuem os registos de todas as intervenções no local nomeadamente as efectuadas para manutenção e limpeza, e apoio às obras.»

domingo, 7 de junho de 2009

Os resultados das eleições Europeias no Concelho de Abrantes comparados com as autárquicas de 2005.

O PS nas autárquicas de 2005 recolheu, 11.127 votos, enquanto nestas eleições se ficou a perceber que a tão apregoada "maioria sociológica PS" em Abrantes só vale já 4.658; quis também significar que não há mais heranças sólidas e asseguradas; pode também ter constituído, por esse facto, um sério aviso a quem apareceu à última hora a reivindicar uma herança, que finalmente, como se provou agora, não existe mais;
O PSD nas mesmas autárquicas recolheu 6.666 votos e agora somente 3.556 votos; portanto, a "maioria laranja" no distrito de Santarém que suplantou a destroçada votação distrital no PS, não encontrou grande suporte no concelho de Abrantes; o PSD em Abrantes não pode ser considerado um vencedor, pois baixou quase para metade os seus votos (de 6.666 para 3.556); esteve o PSD de Abrantes prestes a ser alcançado pelo PSD de Torres Novas, no ranking dos partidos sociais democratas mais votados no distrito;
A CDU desceu dos 1977 votos em 2005 para os actuais 1.628; diante do protesto, a CDU, não correspondeu, facto a que não será alheio o posicionamento comprometedor, de um dos seus dirigentes e candidatos municipais, no caso da falta de médicos e a própria declaração infeliz do candidato à Câmara, que excluiu, numa primeira entrevista, as questões de saúde, das atribuições e preocupações de um presidente de câmara;
O BE subiu de 1.220 nas autárquicas em 2005 para os 2.117 agora; foi uma grande subida num contexto de voto de protesto, facto que já não terá igual acolhimento numa candidatura à câmara; depois o "trunfo" da etar dos Carochos, que foi denunciada a primeira vez pelo então vereador substituto do PSD, em 2003 e 2004 João Pico, acabou por render como "prova de vida" à candidatura do BE de 2005 e guardada em "banho-maria" nestes quatro anos pelo deputado municipal, que agora a usou para projectar a sua própria candidatura à câmara; igual procedimento foi agora usado com a denúncia do CDS/PP com a morte dos peixes no açude a que o comunicado da Câmara respondeu directamente ao CDS, com os habituais desculpas de mau pagador e que não obstante essa denúncia ter sido apenas a do CDS/PP, como foi publicado de resto, pelo "Primeira Linha" e " Nova Aliança", surgiu depois distorcida pela ABARCA e pelo "O Mirante", ao ponto deste último a dar como uma boa iniciativa, não ao CDS/PP, mas sim ao BE; será bom não esquecer, que o BE quando lançado para o poder, perde completamente o sentido de orientação que está na sua matriz de protesto e acaba mesmo mais papista que o papa, como de resto, o exemplo do vereador em Lisboa, José Sá Fernandes já demonstrou e desiludiu todos quantos esperaram outra forma de fazer política;
O CDS/PP subiu de 652 para os actuais 1.030.
Perdida a "maioria sociológica PS", todas as expectativas estão em aberto, e pela primeira vez, em pé de igualdade para as próximas autárquicas.
Quem conseguir chegar mais perto do eleitorado e não se ficar por lhes dar apenas a mesma "música aos ouvidos", que este gosta de ouvir, mas ir mais longe e dar-lhe a conhecer, todas as privações que sofreu nestes últimos 15 anos, por erros e omissões desse executivo PS, tantas vezes acompanhado pela unanimidade PSD, sairá vencedor em Outubro.

Será que a Câmara NÃO É CULPADA, e que é a empresa que é a culpada, porque a Cãmara lhe pagou a mais, com o dinheiro dos contribuintes?!

Quatro comentários surgiram neste blogue. Visaram todas, ilibar de responsabilidades a vereadora Isilda Jana e por arrastamento, todo o executivo que foi votando por unanimidade estes contratos.
Argumentavam, que a Câmara agiu de boa-fé. Confundiram a boa fé da câmara com incompetência na gauarda dos nossos dinheiros. O gerente é culpado porque sabia que recebeu dinheiro a mais, que teria que devolver. Ou devia tê-lo gaurdado para o devolver.
Falsos e errados todos esses raciocínios. Nem por um instante, se colocou a questão: porque razão a Cãmara havia de só fazer acertos no fim do ano e não ao fim de cada mês, como sucede com todos os vencimentos e salários, onde nunca pode haver pagamentos a mais, para só descontar no final do ano.
Vamos por partes:
1º - Não se pode invocar boa-fé da Câmara, quando o que está bem patente foi pura negligência e grosseira incompetência, pois se a Câmara pagasse a todos os fornecedores de forma adiantada e em excesso, não haveria tesouraria que aguentasse;
2º - Não é líquida a prova de que o gerente da empresa recebeu dinheiro a mais, pois ao que consta, essa empresa garante que não recebeu nada a mais, porque as falhas foram do Agrupamento Escolar que não terá feito a elaboração dos horários atempadamente; quanto a se devia ou não guardá-loo pagamento excedente para depois o devolver, isso é intervir na gestão interna dessa empresa;
3º - Um dos comentários chega mesmo ao ponto de dizer que a vereadora e outra doutora que se presume seja responsável na Câmara, nada mais podem fazer, o que não é de maneira alguma verdade, porque eram elas que tudo podiam ter feito, desde logo, fixando outras regras mais controladas e apertadas de pagamentos e nunca fixando essa grosseira e perdulária forma de acerto de pagamentos no final do ano;
4º - Todo o contrato é para cumprir ponto por ponto, o que desde logo, obriga a que os acertos fixados no contrato para o final do ano, só nessa data pudessem ser feitos e nunca por antecipação, como a meio do percurso, mas sem suporte legal, como a vereadora ousou intentar, como que a querer redimir-se do pecado inicial.

sábado, 6 de junho de 2009

Até que ponto os professores e respectivos Agrupamentos Escolares se demitiram dos seus deveres e obrigações?!

As Actividades do Enriquecimento Escolar não deviam desde logo estar em consonância com os professores e os Agrupamentos Escolares - a Carta Escolar não correspondeu(?!) - numa tarefa de mobilização geral e partir do seu seio as respostas e os serviços que a Câmara e a Divisão de Educação da dita andaram a contratar tão mal, por empresas estranhas à nossa Cultura e ao nosso enraisamento local?!
Não existem por Abrantes, professores desempregados ou com tempo livre para essas e outras actividades de enriquecimento escolar ou os 270 mil euros tinham "forçosamente" que serem pagos a uma ou duas empresas estranhas ao concelho?!
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Aqui imperou a lei do menor esforço...
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Aqui houve claramente, um baixar de braços incompreensível...
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Como Camões imortalizou, " o fraco rei faz fraca a sua forte gente..."
O resto, veio por acréscimo!

Ainda o prejuízo de mil alunos vários meses sem aulas de ENRIQUECIMENTO ESCOLAR, por incompetência da Vereadora da CMA

Câmara de Abrantes cancelou a transferência dos 24 mil euros mensais, foi a notícia.
Todavia, a vereadora e toda a CMA deveria era justificar a incompetência do contrato aprovado em unanimidade (PS + PSD).
Primeiro, ao abrigo das claúsulas do contrato não poderia "cancelar" a transferência, porque acordou, que os acertos eram no fim do ano. Segundo, nunca acautelou a hipótese de poder ser a CMA a pagar directamente aos monitores dessa empresa, caso se verificasse a falta de pagamento aos mesmos. Uma cláusula penal, absolutamente legítima, face a qualquer falha da dita empresa, e no sentido de evitar por todos os meios o prejuízo dos alunos.
Aquele contrato foi assinado às cegas, deixando o acerto de contas para o final do ano. Isto é, só depois de pagar o último mês é que podia exigir o retorno, deeventuis excessos, por acerto de contas. Sujeitando-se a que a dita empresa, acordasse na devolução desse dinheiro que a CMA julgasse em excesso. Pelos vistos, até essas contas a empresa contesta. O que quer dizer, que a CMA, talvez nunca viesse a receber nada de volta.
Assim se gere o nosso dinheiro municipal!
E a questão da Responsabilidade Civil e Contratual a espreitar!

Um contrato elaborado de forma incompetente colocou mil alunos em Abrantes sem as aulas das Actividades de Enriquecimento Escolar

Educação (in O Mirante one line)
5 Jun 2009, 14:26h
Mil alunos sem actividades de enriquecimento devido à falta de pagamento a professores

Cerca de mil alunos do ensino básico do concelho de Abrantes estão desde o início do mês sem duas actividades de enriquecimento curricular (AEC), por alegada falta de "pagamento aos professores", disse hoje fonte da autarquia.
A vereadora Isilda Jana, que tem o pelouro da Educação na Câmara Municipal de Abrantes, explicou que a situação se deve ao facto de a empresa responsável pelas AEC, a Lúdico Ideias, “não pagar aos professores”, mas o seu gerente garantiu que “a Câmara Municipal não transferiu as verbas relativas aos meses de Abril e Maio”.
A vereadora adiantou que foi determinado com a empresa Lúdico Ideias, com sede em Leiria, que o acerto do pagamento das AEC se realizava no final do ano.
“Como a empresa, desde o início do ano, deu faltas, nós, em vez de fazermos o acerto no final do ano, já o fizemos e verificámos que não tínhamos que pagar mais”, afirmou Isilda Jana, acrescentando que a autarquia chegou a ponderar a rescisão do contrato.
“Não se concretizou porque era uma situação muito complicada, além de ter de se arranjar uma alternativa”, declarou a autarca, assegurando ter tido conhecimento dos vencimentos em atraso, que diz afectar “entre 40 e 50” docentes.
Segundo a responsável, estão em causa duas AEC - Actividade Física e Desportiva e Expressão Musical -, sendo que, com os agrupamentos, adaptaram-se os horários dos alunos de forma a irem para casa mais cedo.
João Gonçalves, um dos docentes das AEC, garantiu ter “cerca de 560 euros” a receber da Lúdico Ideias.
“Em Maio informei a empresa que renunciava ao contrato se não me pagassem os meses de Abril e Maio”, afirmou o professor, adiantando que concretizou a ameaça no final do mês, assim como outros docentes.
O gerente da Lúdico Ideias, Joaquim Albuquerque, explicou que o pagamento dos dois últimos meses aos professores não foi feito “porque a Câmara cancelou a transferência das verbas”, na ordem dos 24 mil euros mensais.
“Ficámos sem capacidade de tesouraria para pagar aos docentes, que não passam de 30”, afiançou, acrescentando que estes foram informados da situação.
Segundo Joaquim Albuquerque, “no acerto efectuado pela Câmara a empresa não foi ouvida”.
“Foi feito à maneira deles”, frisou, admitindo que houve “falhas da empresa”, mas que há problemas que não podem ser assacados à Lúdico Ideias, apontando a elaboração dos horários dos alunos.
“Até Dezembro, os horários não estavam definidos”, disse Joaquim Albuquerque, acusando a existência de “uma sistemática desorganização e desinteresse por parte dos agrupamentos e da Câmara”.
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NOTA: O Abrantes Popular detectou desde logo, a má elaboração do contrato (na ordem dos 180 mil euros, pelas duas actividades), quando a vereadora Isilda Jana vem confessar que os acertos estavam acordados (os acordos são para cumprir ponto por ponto) para se fazerem no final do ano. Porém, a vereadora entendeu antecipar esses acertos. Só que não acordou nessa alteração contratual com a empresa em causa, como era sua obrigação fazê-lo.
Porque às alegadas faltas que a vereadora apontou à empresa, esta contrapõe que "até Dezembro os horários ainda não estavam definidos" e sublinha o "desinteresse por parte dos agrupamentos escolares e da Câmara".
Em resumo, faltou acautelar no contrato, desde logo os horários que essa empresa teria que cumprir, sem interferir ou prejudicar o curriculum normal de aprendizagem ministrada pelas escolas, para que a empresa não alegasse agora que "até Dezembro os horários não estavam definidos".
Não podia haver contratação de qualquer empresa para actividades complementares, sem a fixação prévia do respectivo horário. Porque o que terá acontecido, e a esse respeito a Drª Vera Santos - candidata pelo Abrantes Popular na lista à Assembleia de Freguesia de Alferrarede - já publicou, precisamente, na edição deste mês no "Jornal de Alferrarede" na sua coluna de opinião habitual, que os horários do curriculum normal das escolas foram alterados para se adaptarem às conveniências das empresas que ministram essas actividades, o que prejudicou imenso a continuidade necessária na aprendizagem, quando o normal seria o inverso: os horários dessas actividades de enriquecimento escolar a virem a complementar as aulas normais da escola.
A vereadora Isilda Jana não soube acautelar ainda o aspecto financeiro da questão. Os acertos não tinham que ser feitos apenas no final do ano, mas sim trimestralmente ou no limite semestralmente. Evitando desse modo esta sua "habilidade" em desrespeitar o contrato, ao querer antecipar unilateralmente os acertos, receosa das faltas excessivas - quando não há acordo das partes, se houve ou não houve faltas dos monitores dessas empresas.
Uma trapalhada da vereadora, cuja decisão foi aprovada em três reuniões de Câmara e sempre pela unanimidade habitual do PS e PSD.
ASSIM NÃO DÁ!

Então e os Bombeiros de Abrantes, não têm equipas de intervenção permanente?

Sociedade (in O Mirante one line)
6 Jun 2009, 08:10h
Bombeiros de Samora Correia, Chamusca e Ferreira do Zêzere criam equipas de intervenção permanente

Depois de Constância e Benavente, as corporações de Samora Correia, Chamusca e Ferreira do Zêzere receberam luz verde da Autoridade Nacional de Protecção Civil para avançar com as suas Equipas de Intervenção Permanente. Segundo o comandante distrital, Joaquim Chambel as equipas devem entrar em funcionamento ainda este mês.
Como O MIRANTE noticiou, a primeira equipa do distrito de Santarém entrou em funções em Constância no dia 2 de Abril. Seguiu-se Benavente a 15 de Maio. Num universo de 20 corpos de bombeiros no distrito, apenas os concelhos do Entroncamento e Golegã não apresentaram candidaturas, mas a maioria dos candidatos ainda aguarda aprovação por parte da Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) que assegura metade dos custos com salários dos bombeiros a outra metade é por conta dos municípios.
Segundo o representante da ANPC no distrito, está prevista para breve a entrada em funcionamento das equipas de Mação, Vila Nova da Barquinha, Ourém, Salvaterra de Magos, Almeirim e Rio Maior.
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NOTA: O Abrantes Popular não deixa de se inquietar e ver nesta ausência de Abrantes algo de muito negativo, senão mesmo dramático.
O segundo concelho do distrito, mais desvastado pelos incêndios dos últimos 25 anos, não pode aparentar toda esta passividade e complacência, colocando-o atrás de outras corporações.
O Chefe da Protecção Civil - que é o presidente da Câmara - deve explicações, e muito sérias, aos munícipes por esta inadmissível e reprovável postura de indiferença a uma questão tão grave.